A descoberta da ventosa

•Setembro 19, 2008 • 1 Comentário

Semana passada eu estava no quarto, tentando me concentrar em algum assunto (que já nem lembro mais o que era) quando um barulinho muito chato (“pec”) começou a desviar minha concetração e me irritar. Logo em seguida, ouvi gargalhadas vindo do quarto da Juliana e do João Vítor. Fui ver o que era.

Bom, quando cheguei no quarto, minha irritação passou na hora, vendo a carinha mais do que feliz dos dois, brincando com um ursinho de pelúcia que tinha uma ventosa para fixação (essas de grudar no vidro). O João Vítor estava simplesmente fascinado com o barulinho que a ventosa fazia quando ele puxava (estava grudando no berço): o tal “pec”. Fiquei fascinado com a reação dos dois.

Depois disso fiquei pensando, no quanto nós adultos precisamos para sermos felizes, coisas grandes, coisas materiais. Fiquei olhando para os dois e comecei a envergonhar-me de mim mesmo, de como eu tinha perdido a capacidade de ficar feliz com pequenas coisas. Vendo os dois ali, interagindo e dando gargalhadas com um simples “pec”, me levou a conclusão de que preciso retomar alguns caminhos que eu havia começado a trilhar e, sem querer (ou mesmo querendo), me desviei. Meus amigos mestres em ReiKi e meu Mestre, sabem do que estou falando. Mas, vou retomar esse caminho.

Enquanto isso, vou me divertindo com o “pec” e aprendendo cada dia mais coisas com meus filhos. Eles são “mara”! HE HE HE

Acordar

•Setembro 5, 2008 • Deixe um comentário

Recebi um textinho bem bacana. Não sei a origem, mas resolvi compartilhar.

Vale a pena pelo menos refletir à respeito.

Aí vai!

 

“Acordar

Você sabe o que significa a palavra acordar?

Fazendo uma brincadeira e separando as sílabas temos: a-cor-dar; significa dar a cor, colocar o coração em tudo o que se faz.

Existem pessoas que acordam às 06h00min h da tarde. É isso mesmo! Pela manhã caem da cama, são jogadas da cama, mas passam o dia todo dormindo.

E existem alguns, acredite, que passam a vida toda e não conseguem acordar.

Eu tive um amigo que acordou aos 54 anos de idade. Ele me disse: ‘Descobri que estou na profissão errada!’ E ele já estava se aposentando.

Imagine o trauma que esse amigo criou para si, para os colegas de trabalho, para a sua família!
Foi infeliz durante toda a sua vida profissional porque simplesmente não ‘acordou’.

Eu, na época, era muito jovem, mas compreendi bem o que ele estava me ensinando naquele momento.

Por mais cinzento que possa estar sendo o dia de hoje, ele tem exatamente a cor que dou a ele. Sabe por quê? Porque a vida tem a cor que nós mesmos pintamos.

O engraçado é que os dias são todos exclusivos. Cada dia é um novo dia, ninguém o viveu. Ele está ali, esperando que eu e você façamos com que ele seja o melhor da nossa vida.

Os meus dias são os mais lindos da face da terra porque eu os faço os  mais lindos da face da terra.

Dê a você a oportunidade de ‘a-cor-dar’ todos os dias e compartilhar com os outros o que Deus nos dá de melhor: o privilégio de nos fazer e fazer os outros felizes.”

Oração de Gandhi

•Agosto 29, 2008 • Deixe um comentário

Recebi essa “oração” e achei bem interessante. Condiz com o momento que estou passando. Espero que ela lhe ajude, assim como está me ajudando.

 

“Meu Deus, ajuda-me a dizer a palavra da verdade na cara dos fortes, e a não mentir para obter o aplauso dos débeis.

Se me dás dinheiro, não tomes a minha felicidade; se me dás forças, não tires o meu raciocínio.

Se me dás êxito, não me tires a humildade; se me dás humildade,

não tires a minha dignidade.

Ajuda-me a conhecer a outra face da realidade, e não me deixes acusar os meus adversários, apodando-os de traidores, porque não partilham o meu critério.

Ensina-me a amar os outros como me amo a mim mesmo, e a julgar-me como o faço com os outros.

Não me deixes embriagar com o êxito, quando o consigo, nem a desesperar, se fracasso.

Sobretudo, faz-me sempre recordar que o fracasso é a prova que antecede o êxito.

Ensina-me que a tolerância é o mais alto grau da força e que o desejo de vingança é a primeira manifestação da debilidade.

Se me despojas do dinheiro, deixa-me a esperança, e se me despojas do êxito, deixa-me a força de vontade para poder vencer o fracasso.

Se me despojas do dom da saúde, deixa-me a graça da fé.

Se causo dano a alguém, dá-me a força da desculpa; e se alguém me causa dano, dá-me a força do perdão e da clemência.

Meu Deus, se eu me esquecer de ti … por favor, tu não te esqueças de mim!”

MAHATMA GANDHI

Imagine um lugar …

•Agosto 21, 2008 • Deixe um comentário

Semana passada eu estava brincando na sala, com a Juliana e o João Vítor, enquanto o DVD tocava o Barney – o dinossauro rosa. Eles adoram o Barney. Ambos dançam e se divertem com as brincadeiras e as músicas, bem agradáveis por sinal. Confesso que me divirto com a reação e a interatividade dos dois.

Em determinado ponto do DVD, tocou uma música que fala sobre as crianças imaginarem coisas boas. Isso me fez refletir sobre algumas atitudes/pensamentos meus, em relação a mim mesmo e em relação às crianças, principalmente ao João Pedro, que já tem 5 anos e começa criar consciência sobre várias coisas.

A letra é assim:

“Imaginarei um bom lugar, e nesse lugar, você e eu

Imaginarei o que quiser, você também pode fazer, é só querer

Imaginarei um lindo por do sol, imaginarei que eu estou lá

Imaginarei o que quiser, você também pode fazer, é só querer

Com sua mente você pode criar, imagens e lugares onde queira estar

E não há nada que não possa imaginar

E não há nada que não possa imaginar”

Sempre quis ser um pai que incentivasse a criatividade, a amorosidade, os cuidados com os animais e a natureza, educando de forma tranqüila os meus filhos. Nem sempre é assim. Muitas vezes a nossa incapacidade de deixar os problemas do lado de fora e o nosso enraizamento nas rotinas, no dia a dia, fazem com que nossas ações não saiam conforme o planejado.

Fiquei pensando que, às vezes, o quanto nossas atitudes ou palavras possam tolher a imaginação e criatividade dos pequenos, que são tão puros, e até por isso deveriam ser levados mais a sério, sério em termos de consideração às brincadeiras, palavras, opiniões e imaginação.

Lembrei do filme The Secret (O Segredo) e de quão difícil é para muitos adultos manter uma mente sadia e positiva, algo que para uma criança é automático. Ao invés de assistir ao filme The Secret, ler o livro, nos “esforçarmos” para manter os pensamentos em ordem, não seria mais fácil passarmos mais tempo com nossas crianças, entrar nas brincadeiras, e porque não, voltar a ser crianças?

Tenho procurado fazer isso, até porque pra mim é fácil (um filhos de 5 anos e dois filhos de 1 ano) e, acreditem, até a relação entre marido e esposa melhorou, e muito. Óbvio que existem outros fatores, mas é inegável que a aproximação com o mundo infantil torna nossa rotina muito mais leve e despreocupante.

Assim, faz mais sentido o que muitos terapeutas e gurus do autoconhecimento falam sobre cada um de nós criar a própria realidade.

Lembro que enquanto tocava o DVD do Barney, fiquei pasmo olhando a atenção e o comprometimento dos dois com o desenho, ambos olhando quase em estado de meditação, observando as brincadeiras e as canções. Fiquei tentando “entrar” na mente deles e descobrir onde eles estavam, o que estavam imaginando e tentando decifrar a origem da felicidade deles.

Aí pensei: “Sou adulto, e talvez isso nunca mais volte, pelas “neuras” e preocupações que eu mesmo criei para a minha vida!”

Me resta apenas fazer o possível e o impossível para não bloquear isso precocemente nos meus filhos, incentivar até onde possa ser alimentado, e … continuar entrando na onda deles, pois me deixa mais feliz. Muito mais feliz!

O verdadeiro Pai não desiste nunca

•Agosto 7, 2008 • 1 Comentário

Após quase um mês sem postar nenhum texto, retorno colocando uma dedicatória aos pais. É para o meu também …

Havia um homem muito rico que possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado, vários empregados, e um único filho, seu herdeiro.

O que ele mais gostava era fazer festas, estar com seus amigos e ser bajulado por eles.

Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estariam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer; depois, o abandonariam.

Um dia, o velho pai, já avançado em idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro. Dentro dele, o próprio pai fez uma forca e, junto a ela, uma placa com os dizeres:

PARA VOCÊ NUNCA MAIS DESPREZAR AS PALAVRAS DE TEU PAI.

Mais tarde, ele chamou o filho, levou-o até o celeiro e disse:

“Meu filho, eu já estou velho e, quando eu partir, você tomará conta de tudo o que é meu. E eu sei qual será o teu futuro.

Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo o dinheiro com os teus amigos.

Venderá todos os bens para se sustentar e, quando não tiver mais nada, teus amigos se afastarão de você.

Só então você se arrependerá amargamente de não me ter dado ouvidos.

Foi por isso que construí esta forca. Ela é pra você.

Quero que você me prometa que, se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.”

O jovem riu, achou um absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu, pensando que isso jamais pudesse acontecer.

O tempo passou, o pai morreu, e seu filho tomou conta de tudo, mas, assim como seu pai havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e até a própria dignidade.

Desesperado e aflito, começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo. Lembrou-se das palavras do seu pai e começou a dizer:

“Ah, meu pai … se eu tivesse ouvido os teus conselhos … mas agora é tarde demais.”

Pesaroso, o jovem levantou os olhos e avistou o pequeno celeiro. A passos lentos, dirigiu-se até lá e entrando, viu a forca e a placa empoeiradas, e então pensou:

“Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas, pelo menos desta vez, farei a vontade dele. Vou cumprir minha promessa. Não me resta mais nada.”

Então, ele subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e pensou:

“Ah, se eu tivesse uma nova chance.”

Então, se jogou do alto dos degraus e, por um instante, sentiu a corda apertar sua garganta. Era o fim.

Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente e o rapaz caiu no chão.

Sobre ele caíram jóias, esmeraldas, pérolas, rubis, safiras e brilhantes, muitos brilhantes.

A forca estava cheia de pedras preciosas e um bilhete também caiu no chão.

Nele estava escrito:

“Esta é a tua nova chance. Eu te amo muito!
Com amor, teu velho e já saudoso pai!”

O Grande Espírito é exatamente assim conosco.

Quando nos arrependemos, podemos ir até Ele.

Ele sempre nos dá uma nova chance.

Ídolos

•Julho 12, 2008 • Deixe um comentário

Todos ser humano tem algum ou alguns ídolos em sua vida. Muitas pessoas podem até não admitir, e muitas outras dizem apenas que “admiram” alguém, mas de fato, sempre temos alguém em quem nos espelhamos.

Tenho alguns ídolos em minha vida, a quem procuro escutar e seguir seus exemplos. Mas nesse texto quero me deter em três deles, todos esses mais novos que eu.

O meu ídolo mais velho desses três é do sexo masculino, tem uma energia muito forte. É inteligente, esperto, tem uma capacidade de aprendizagem impressionante. É gentil, às vezes rude, impulsivo, às vezes premeditado, maleável, às vezes teimoso, amoroso, às vezes rancoroso, tagarela, às vezes quieto (se estiver quieto, pode ir atrás pra ver o que está havendo), é espiritualizado, às vezes desligado (aparentemente), é lindo, sempre lindo. Adora esportes, principalmente os que envolvem disputa corporal, tem habilidade e gosto incrível pelo inglês, gosta de desenhar, e de construir coisas, como prédios, casas, castelos. Desenvolveu há pouco tempo atrás uma nova maneira de aplicar ReiKi, que é o “ReiKi das tortas” – pra explicar isso, só ele! É um bruxinho.

O meu ídolo do meio é do sexo feminino, também tem uma energia muito forte, quase inesgotável, gosta de “falar” alto, é um alarme ambulante. Prefere ir dormir tarde e acordar cedo. É teimosa, geniosa, às vezes um pouco birrenta, adora dançar, fazer caretas, tem um sorriso lindo. É muito esperta e inteligente. É extrovertida (às vezes até demais), adora estar bonita (se acha a tal quando dizemos que está bonita), detesta ser contrariada. É lindona!

O meu ídolo mais novo é do sexo masculino, assim como o mais velho deles. Mas esse é mais quieto, mais na dele. É tímido, manhoso, amoroso, lindão. Lembra Os Beatles (cabelo parecido com o cabelo do quarteto de Liverpool, em determinada fase da carreira). Tem um estilo mais intelectual, mais introspectivo, parece que está em eterna meditação. Tem um sorriso puro, lindo, que eu ainda não vi igual. É cativante e lindo!

Com todos eles aprendi coisas diferentes, coisas que me modificaram profundamente, que me fizeram uma pessoa diferente, melhor em alguns aspectos, consciente de que preciso melhorar em outros.

Dedico a eles, tudo o que sou. Agradeço a eles por fazerem parte da minha caminhada, por me mostrar sentimentos que eu ainda não conhecia.

Como não poderia esquecer de dizer os nomes dos meus ídolos, são eles: João Pedro, 5 anos; Juliana, 1 ano; João Vítor, 1 ano. E sim, são os meus filhos!

E, como digo a eles todos os dias, digo novamente: FILHOS, O PAPAI AMA VOCÊS!

Espero ser o ídolo de vocês!

Um dia a gente aprende que …

•Julho 4, 2008 • Deixe um comentário

Poema de William Shakespeare

 

Um dia a gente aprende que…

 

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas.

Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida; aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam; percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve compará-los com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa aonde já chegou, mas onde se está indo, mas se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve.

Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se; aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou; aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha; aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens; poucas coisas são tão humilhantes… e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando se está com raiva se tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém; algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe trouxesse flores, e você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.

 

“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

(William Shakespeare)

Atitudes básicas

•Julho 4, 2008 • Deixe um comentário

É muito comum no nosso dia a dia, na correria louca que a vida nos cobra (e nós nos deixamos ser cobrados) esquecer de atitudes básicas, como por exemplo, pedir permissão para usar um texto em um blog, não citar o autor, dizer um obrigado, um bom dia, dizer palavras de carinho e afeto. Tenho me esforçado muito em tentar mostrar ao João Pedro principalmente (mas também a Juliana e ao João Vítor) que essas coisas fazem parte da gente, independentemente do cansaço físico, do volume de trabalho, das preocupações com dinheiro, enfim, tudo o que a vida nos ‘agrega’ de material. Aquelas regrinhas básicas de “se abrir, feche; se ligar, desligue; se deixou cair, junte; se bagunçou, arrume” devem ser mostradas desde cedo, pois senão, chega uma idade em que, se essa educação não estiver assimilada pela criança, correm o risco de tornarem-se adultos ‘espaçosos’. Também tem o lado das gentilezas, do dizer obrigado, do agradecer, do mostrar carinho aos amigos, aos pais, aos avós, a natureza … do dizer ‘eu te amo’ (parece que hoje em dia alguns pais tem vergonha de dizer em público), de ser solidário, de oferecer ajuda mesmo que a pessoa não tenha solicitado, de não agredir nem física e nem verbalmente.

Não podemos esquecer também das nossas permissões internas, de nos perguntar se tal ação ou atitude condiz com nossas crenças, se nossas práticas estão sendo coerentes com nosso discurso. Confesso que esse é um item que me dá “dor de cabeça”, no sentido de tentar estar sempre atento a isso.

Essa é uma batalha diária, que nós pais, não devemos nos omitir. Às vezes, por mais chateados que ficamos em ter que dar um xingão ou de ser mais duro em algumas situações, devemos ter consciência de que é para o bem deles. Pelo menos, assim eu penso. A melhor educação é a do exemplo, então, como dizia Che Guevara, “hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás”. Apenas um ‘trocadilho’.

Bolas da vida

•Julho 2, 2008 • Deixe um comentário

 

Palestra de Brian Dyson (ex-presidente da Coca-Cola)

 

 “Imagine a vida como um jogo, no qual você faz malabarismo com cinco bolas que são lançadas no ar. Essas bolas são: o trabalho, a família, a saúde, os amigos e o espírito.

O trabalho é a única bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima. Mas as quatro outras são de vidro. Se caírem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.

 

Entendam isso e assim conseguirão o equilíbrio na vida.

 

Como?

Não diminua seu próprio valor comparando-se com outras pessoas.

Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.

Não fixe seus objetivos com base no que os outros acham importante.

Só você tem condições de escolher o que é melhor para si próprio.

Dê valor e respeite as coisas mais queridas de seu coração.

Apegue-se a ela como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.

Não deixe que a vida escorra entre os dedos por viver no passado ou no futuro.

Se viver um dia de cada vez, viverá todos os dias de suas vidas.

Não desista enquanto ainda é capaz de um esforço a mais.

Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.

Não tema admitir que não seja perfeito.

Não tema enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.

Não exclua o amor de sua vida dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!

Não corra tanto pela vida a ponto de esquecer onde esteve e para onde vai.

Não tenha medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.

Não use imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se pode recuperar uma palavra dita.

A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembre-se: Ontem é historia; amanhã é mistério; Hoje é uma dádiva. Por isso se chama ‘presente’.

 

Apegue-se às coisas que são queridas ao seu coração (entre elas os amigos). Sem elas a vida carece de sentido”.

Mãe Terra

•Junho 28, 2008 • Deixe um comentário

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“O que acontecer a Terra, acontecerá aos filhos da Terra”